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Resumo:Esta investigação detalhada da RaiseFX revela sérios riscos regulatórios e operacionais. A corretora, fundada em 2021, possui uma pontuação baixa de 2,24 no WikiFX e foi colocada na lista negra da AMF (França) e alertada pela CNMV (Espanha). Além disso, múltiplos usuários de diversos países denunciam táticas abusivas de retenção de capital, suspensão de contas sob falsas acusações de arbitragem com aplicação de multas de 20% sobre o depósito inicial, além de redução inexplicada de saldos e taxas de saque ocultas.

A corretora RaiseFX, fundada em 2021, apresenta sérios sinais de alerta para investidores globais. Com uma pontuação baixa de 2,24 no WikiFX, a reputação da marca está sob forte escrutínio. Embora a marca afirme ter sido estabelecida em 2021, os anos de registro de suas entidades legais na África do Sul — a INSELE CAPITAL PARTNERS e a RAISE GLOBAL SA (PTY) LTD — permanecem desconhecidos. Essa falta de dados históricos claros sobre o registro corporativo inicial acende o primeiro sinal de alerta sobre a transparência da estrutura empresarial por trás da plataforma.
No âmbito regulatório, a situação da RaiseFX é altamente inconsistente. O regulador sul-africano FSCA lista a entidade RAISE GLOBAL SA (PTY) LTD como regulada sob a licença de número 50506. No entanto, a licença de número 50455, vinculada à INSELE CAPITAL PARTNERS, consta com status de “Não verificada”. O cenário torna-se ainda mais alarmante na Europa. A autoridade francesa AMF (Autoridade de Mercados Financeiros) incluiu a RaiseFX em sua lista negra em 4 de novembro de 2022. Posteriormente, em 21 de outubro de 2024, a CNMV da Espanha emitiu um aviso formal contra a corretora por atuação sem autorização legal.
Os relatos de clientes contra a RaiseFX indicam um padrão preocupante de retenção de capital. Múltiplos usuários alegam que a plataforma congela contas sob alegações infundadas de práticas de arbitragem. Segundo relatos de clientes da Alemanha, Austrália e Tailândia, a corretora impõe uma multa arbitrária de 20% sobre o depósito original para permitir a retirada do saldo restante, confiscando o lucro acumulado. Um investidor alemão relatou que mais de 3.000 dólares foram sumariamente apagados de suas duas contas após ser acusado de arbitragem sem qualquer prova ou direito de defesa pela corretora.
Além dos incidentes de multas arbitrárias, há reclamações sobre a suspensão de contas devido a restrições de jurisdição. Um investidor da Bélgica relatou ter tido sua conta abruptamente bloqueada e seus lucros — de mais de 5.000 euros em Bitcoin — retidos sob a alegada justificativa de restrições nacionais para clientes belgas. Outro problema recorrente, vindo de um cliente na Argélia em dezembro de 2025, descreve deduções inesperadas e inexplicáveis de taxas em saques via rede TRC20, onde saques de 44 dólares resultavam no recebimento de apenas 34 dólares, sem justificativa clara por parte do suporte.

No aspecto técnico, a RaiseFX opera por meio da plataforma MetaTrader 5 (MT5). Contudo, análises técnicas indicam que o sistema carece de recursos essenciais de segurança moderna, como a autenticação em duas etapas (2FA) e o login biométrico, o que eleva a vulnerabilidade das contas dos usuários. Diante de bloqueios constantes, multas de 20%, taxas abusivas de saque e, principalmente, dos alertas graves emitidos pela CNMV da Espanha e pela AMF da França, a recomendação editorial é de forte rejeição. Evite negociar com a RaiseFX para proteger seu patrimônio.
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